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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

CINEMA É CULTURA

Tenho um primo exilado em Manaus que descobriu na Benol uns filmes de R$5,00. Foi se gabar e arrumou um problema: Imediatamente cobrei dele “O Campeão” (1979). Ficou de me enviar.

Estou esperando para apresentá-lo aos meus filhos. Não deixarei que cresçam e que saiam pelo mundo antes de terem a oportunidade de se emocionar verdadeiramente. Assisti duas vezes e em cada uma delas descobri no filme de uma perspectiva diferente. Nele, o que menos aparece é o boxe. São os dramas familiares que sobressaem. É uma história de heroísmo como poucas que conheço.

É um drama, belíssimo e envolvente vividos por Billy Flynn (Jon Voight) e T.J. (Rick Schroder). Voigth é um ex-campeão do boxe, divorciado, mas que agora está na pior, afundado nas bebidas e nos jogos. Porém, seu filho T.J acredita no potencial de seu pai, sabe de sua condição, mas nunca deixa de afirmar que ele é seu eterno campeão.

Tenho ido ao cinema, assisti bons filmes, alguns me fizeram bem, outros nem tanto, mas nenhum deles superou em emoção aquela cena final do filme. Coisas de Zeffirelli.

O Campeão (1979) de Franco Zefirelli é um clássico, um dos poucos filmes que me fizeram chorar.

2 comentários:

Jorge luiz disse...

Zefirelli "nem lembro se escreve assim" era um genio, todos os seus filmes sao otimos, desde romeu e julieta, a irmao sol e irma lua...
depois de chaplin foi ele o grande genio do cinema!!!

Jorge luiz disse...

Zefirelli "nem lembro se escreve assim" era um genio, todos os seus filmes sao otimos, desde romeu e julieta, a irmao sol e irma lua...
depois de chaplin foi ele o grande genio do cinema!!!