Este é um blog de opinião. As postagens escritas ou selecionadas refletem exclusivamente a minha opinião, não sofrendo influência ou pressão de pessoas ou empresas onde trabalho ou venha a trabalhar.

terça-feira, 16 de março de 2010

Variedades



Tem gente pra tudo... Olha só o que alguns pesquisadores descobriram:

• 35% das pessoas que utilizam os anúncios em jornais à procura de companhia já são casadas.
• Se você mantiver, à força, os olhos abertos durante um espirro é possível que eles saiam das órbitas.    
• Se você tentar impedir que um espirro seja expelido pode morrer ao causar a ruptura de uma veia no cérebro ou na nuca.
• Se você espirrar com muita força pode partir uma costela
• Os ratos multiplicam-se tão rapidamente que, em 18 meses,  um casal de ratos pode ter para cima de um milhão de descendentes .
• O isqueiro foi inventado antes do fósforo.  
• 23% das avarias em máquinas de xerox, são causadas por pessoas que se sentam no aparelho para xerocarem o traseiro .
• Os camarões têm o coração alojado na cabeça.
• Os porcos não são fisicamente capazes de olhar para o céu.
• Mais de 50% das pessoas, no mundo inteiro, nunca fizeram nem receberam chamadas telefônicas.
• Um crocodilo não coloca a língua para fora da boca.
• O pó de arroz inclui quase sempre escamas de peixe na sua composição.
• É comprovadamente impossível você lamber o próprio cotovelo.
• Um estudo, que abrangeu cerca 200 mil avestruzes durante mais de 80 anos, não registrou um único caso em que um deles fosse visto enfiando a cabeça na areia.
• Os ratos e os cavalos não conseguem vomitar.
• No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho.
Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a amante do marido pode ser morta de qualquer outra maneira.
• Na Grécia, quem dirige mal-vestido pode perder a carteira de habilitação.
• Você sabe o que é um duende? É o paciente de médico fanho. Exemplo: guem não gosda de zamba, bom zujeito não é, é ruim da gabeza ou duende do bé.
• Você sabia que se uma gordinha puser a máscara da tiazinha, do pescoço pra cima lembra o zorro e o do pescoço pra baixo lembra o sargento garcia?
• Você sabia que a diferença entre um ano de namoro e um cachorrinho é que depois de um ano o cachorrinho ainda balança o rabo quando vê você?

segunda-feira, 15 de março de 2010

Poema para a segunda-feira


Alma de menino (Os Nonatos)

Eu gostaria de inverter o tempo
E interditar a rota do destino
Pra reviver aquelas fantasias
Que eu arquivei n’alma de menino
Aquela estrada cortando o terreiro
E uma cancela um pouco mais na frente
E as flores brancas
Coroando os jarros da casa da gente
                                 
Os nossos filhos são do que nos fomos
Real semelhança
Que todo adulto trás dentro de si
Um sonho de criança

Fiz muitas vezes no oitão de casa
Curral de pedra e boiada de osso
Fechava os olhos pra ganhar um beijo
Na brincadeira de cair no poço
Carro de flandres, cavalo de pau.
Eram os brinquedos que eu fazia escolha
E o meu dinheiro
Feito de carteira de cigarro e folha

Criei canário e concertei gaiola
Brinquei de bila, pião e ponteira.
Bola de meia, carrapeta e pipa
Bornau de saco, pedra e baladeira.
Infelizmente mudou o cenário
Daquelas cenas que a infância fez
Passou o filme
E o tempo não deixa que eu veja outra vez

domingo, 14 de março de 2010

Cão-de-Sete-Orelhas - Parte II


E era mesmo a vacina. E em todos causou reação: homens arrumando pescarias, caçadas e outras desculpas; crianças em desconsolo querendo escapar; cachorros como em dias de mudança e galinhas escolhidas para estrangulamento.
            Naquele momento, mesmo o melhor conferencista nas artes da medicina, não seria capaz de estabelecer a diferença entre injeção e vacina. Seria o tamanho da agulha, o líquido injetado, o local da aplicação, mas nada, nada que aliviasse a angústia de uma espera certa, fatal. Os argumentos até que eram bons. O sarampo, a catapora, a varíola, a tosse-braba e outras pestes, seriam varridos para sempre. Bons argumentos na fila da vacina, a avançar em cadência anormal, acelerada.
            Os dissabores de um mazelento eram facilmente alardeados e comprovados em qualquer casa. Catapora, tosse-braba, sarampo e papeira, a olho nu, dividiam as pessoas em dois grupos: os que já tiveram e os que teriam.
            A catapora, apresenta-se por pequenas bolhas que erupcionam a pele, coceira agradável, brotoeja boba. O infeliz está infectado há dias e não sabe, depois, as bolhas crescem, aumentam, espalham, nascem nos lugares de maior pudor. O corpo da vítima fica tomado por chagas dolorosas, profundas, da sola dos pés e mãos, até a raiz do cabelo, o rosto, a língua, a garganta... As roupas tornam-se um incômodo. Sem poder usá-las, o infeliz deita na palha da bananeira e aguarda. Aguarda uma solução divina. Sal, sereno, comida reimosa e outros excessos, devem ser evitados. Desmoraliza a ciência, que não encontra solução para tanta desventura. Eleva as benzedeiras à categoria de santas, com suas ervas e seus banhos de cozimento.
            O sarampo, quando açoita em carcaças menos afortunadas, faz de modo temeroso, vítimas e vítimas. Frieira de corpo todo, vermelhidão total, ataca o infeliz em vários “fronts”. Respiração ofegante e impossível, febres, sudoreses, inapetência, vômitos, diarréia e um enfezo no juízo. Como a catapora, apenas a paciência de uma espera.
            A tosse-braba e a papeira, embora menos perigosas, careciam de grandes cuidados, principalmente a papeira, que ao menor esforço físico e extravagância do enfermo, poderia descer para as partes sexuais, e, no caso dos homens, causar esterilidade. E nem esses argumentos eram fortes o bastante para convencer angustiados em fila, nem vacinados em desobjetiva carreira.
            Por tudo falado de antigamente também é verdade, que as mães não precisavam de argumentos para convencer os filhos. Uma boas lamboradas resolveriam o problema. Mas, como ainda hoje, uma boa conversa ensebava qualquer um.
            Diante da equipe vacinadora, quase em maioria, formada por negras carniceiras e carrascos sorridentes, não havia machão. Apresentados, maluvidos, arengueiros e fobentos, se prostravam em mínima eqüivalência. Os que davam cascudos, chulepes, biscas e camas-de-gatos nos menores e raquíticos, estavam ali, naquele momento, estrebuchando também.
             Quatro aparelhos em rodízio, daqueles de vidro, passavam da chama do lampião – para desinfetar a agulha – aos braços retesados pelo medo e por uma tentativa de fuga. Depois da última espetada, quebravam-se as algemas, libertavam-se os cativos, e, em todos os recantos, choramingos e lamentos faziam parte da paisagem. Mas pelo menos um caso fugiu à regra.

sábado, 13 de março de 2010

Leia e compare: Campanha eleitoral...


Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.

A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.

-'Bem-vindo ao Paraíso!'; diz São Pedro

-'Antes que você entre, há um probleminha.

Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.

-'Não vejo problema, é só me deixar entrar', diz o antigo senador.

-'Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores.. Vamos fazer o seguinte:

Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.

-'Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador. '

-'Desculpe, mas temos as nossas regras. '

Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.

A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.

Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado.

Todos muito felizes em traje social.

Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos à custa do povo...

Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.

Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.

Ele sobe, sobe, sobe e a porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.

Agora é a vez de visitar o Paraíso.

Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.

Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.

-' E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.

Agora escolha a sua casa eterna.' Ele pensa um minuto e responde:

-'Olha, eu nunca pensei... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.'

Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.

A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.

Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.

O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.

-' Não estou entendendo', - gagueja o senador - 'Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados !!!'

Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:

-' Ontem estávamos em campanha. Agora , já conseguimos o seu voto...'

sexta-feira, 12 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Depois do que fizeram ao Chaplin...


O Oscar foi um fiasco. Tão fiasco que sequer chega a ser uma bomba. E se foi bomba, deve ser avaliado como uma das menores, digamos, um traque, um estalo daqueles que a gente solta em festa junina.
 
Nenhuma música, poucos momentos de emoção, tudo dentro do esperado para um Oscar que nada mais é, ou pouco mais é do que um jogo de cartas marcadas, onde sempre vence aquele que melhor apresenta uma situação em que se caracterize o tal "Destino Manifesto". Em tempo: Destino manifesto é o nome que se dá à missão "atribuída por Deus" a um único povo da Terra para vigiar, punir e matar quem pensar diferente.
 
Como eles adoram bombas escolheram como o melhor filme um que tem no roteiro e no título, Guerra ao Terror.

Para salvar alguma coisa da tragédia, o prêmio de melhor filme estrangeiro coube aos argentinos. 

Também, esperar grande coisa daqueles políticos é querer demais. Procure saber sobre a perseguição que fizeram a Chaplin apenas porque julgaram seus filmes politicamente incorretos e “apologia ao comunismo”. Por esse motivo foi perseguido pelo serviço de imigração e em 1952 tendo viajado à Inglaterra foi proibido de retornar aos EUA.

Se Tempos Modernos (1936) não foi premiado como nada na época(depois até foi, mas não apaga a palhaçada), não dá para levar a sério esse tal Oscar.

Então, para quem gosta de cinema e precisa desesperadamente saber quais foram os "grandes vencedores" deste ano, a lista completa dos vencedores.

Melhor filme: Guerra ao terror

Melhor direção: Kathryn Bigelow, Guerra ao terror

Melhor atriz: Sandra Bullock, Um sonho possível

Melhor ator: Jeff Bridges, Coração louco

Melhor filme estrangeiro: O segredo dos seus olhos (Argentina)

Melhor edição (montagem): Guerra ao terror

Melhor documentário: The cove

Melhores efeitos visuais: Avatar

Melhor trilha sonora: Up – Altas aventuras

Melhor cinematografia (fotografia): Avatar

Melhor mixagem de som: Guerra ao terror

Melhor edição de som: Guerra ao terror

Melhor figurino: The young Victoria

Melhor direção de arte: Avatar

Melhor atriz coadjuvante: Mo’Nique, Preciosa

Melhor roteiro adaptado: Preciosa

Melhor maquiagem: Star trek

Melhor curta-metragem: The new tenants

Melhor documentário em curta-metragem Music by Prudence

Melhor curta-metragem de animação: Logorama

Melhor roteiro original: Guerra ao terror

Melhor canção: The weary kind, de Coração louco

Melhor animação: Up – Altas aventuras

Melhor ator coadjuvante: Christoph Waltz, Bastardos inglórios

terça-feira, 9 de março de 2010

O Enigma da Esfinge "Porque o futuro melhor está em nossas mãos


Leia o artigo da deputada Perpétua Almeida, escrito na Antartida, onde ela permanece em missão atendendo convite da Marinha do Brasil

Estou na Antártida, a convite da Marinha Brasileira, para conhecer a nossa Estação de Pesquisa que, entre outros, estuda o impacto das mudanças ambientais e suas conseqüências para as Américas, inclusive para nossa Amazônia.

Aqui, no continente gelado (depois que a temperatura baixou a mais de 6° negativos, parei de verificar o termômetro), comecei a refletir sobre a emancipação feminina. A distância de casa possivelmente contribuiu para a reflexão. Afinal esta é a primeira vez que passo um 08 de março longe das minhas companheiras.

Contactei o gabinete para ter certeza que não esqueceram  de enviar os documentos, sempre urgente, dos estudantes de medicina na  Bolívia; liguei para meus filhos, para saber se estão estudando, Pablo está numa semana de provas. Falei com Edvaldo para ficar ligado neles nessa semana que fico fora; para a secretária, pois havia esquecido de pedir para fazer a feira e arrumar o quarto de hospedes, teremos visitas.

 Disparei e-mails e mensagens falando da viagem e para saber se no PCdoB deram continuidade nas conversas em torno da nossa "chapa própria" para Deputado Estadual. Nossa, lembrei agora que amanhã, bem cedo, preciso pedir pra secretária desmarcar minha consulta médica. Tudo isso enquanto tento apreender, o que posso, das explicações sobre a revolução tecnológica aqui implantada, que foi aqui que detectaram o aumento da temperatura global, o efeito estufa, o aumento no buraco da camada de ozônio, etc. Bem, tento acompanhar os relatórios que me são apresentados, ao mesmo tempo em que  o olho comprido se estica na esperança  de ver um urso polar, ou um pingüim.

E aí, percebo que a mudança da paisagem não alterou a minha rotina, continuo fazendo ou, pelo menos, pensando em fazer mil coisas ao mesmo tempo.  Da mesma maneira que milhões de mulheres, eu sei.
 Começo a pensar que nossa emancipação, nos algemou, nos sufocou, nos botou correndo contra  um tempo cada vez mais escasso, para darmos conta dos afazeres cada vez mais numerosos.
Parece até que deixamos de ser escravas do lar para nos transformarmos em verdadeiras "lançadeiras", cativas da culpa.

Culpa por, mesmo correndo, não poder acompanhar o crescimento dos filhos como gostaríamos; por não saber se agiu certo quando deixamos a filha adolescente sair com o namorado; culpa quando o casamento não vai bem; culpa por não cuidar da casa, do jardim e das roupas; por ter perdido aquele curso  "fundamental" para nosso crescimento profissional; por ter descuidado da dieta logo naquela semana da festa; por desistir da academia; por ter faltado a um compromisso profissional porque o cansaço tomou de conta do corpo inteiro.

E, finalmente a culpa por sentir culpa. O fluxo condutor desse pensamento me leva a tentar decifrar o enigma da mulher contemporânea - seríamos,  eu e minhas companheiras, uma esfinge com a cabeça de Janus- com uma face voltada para o passado e outra para o futuro? Os quatro olhos atônitos em busca de respostas que, a meu ver,  só podem ser encontradas dentro de nós mesmas.

Na dúvida entre o prosseguir nesse ritmo alucinante de uma tripla jornada de trabalho e o retroceder para a impossível tranqüilidade não menos opressora da submissão, tenho a certeza de que a mudança e um  futuro melhor, está em nossas mãos: na maneira como estamos preparando e educando as próximas gerações. Como os nossos filhos e netos do futuro vão enfrentar os desafios da vida, do companheirismo, do dividir tarefas, sem perder a garra, o carinho, a sensibilidade, a sensualidade? Ou despertamos agora, ou elas também terão a mesma  sobrecarga que atiramos sobre os nossos ombros.

Esta é uma marcha enérgica em direção ao futuro.
Na educação do futuro pode estar a libertação do presente se conseguirmos  reinventar a emancipação numa  espécie de Lei do Ventre Livre Permanente, ou seja,  filhos livres das cargas que arrastamos até aqui.
E então, que venham nossas sucessoras - nem Evas nem Liliths, mas Marias,  Anas e Raimundas. Mulheres que não precisem exaurir todas as energias as custas do bem estar físico e mental, porque viverão entre pessoas que aprenderam, desde cedo, que ninguém precisa testar seu valor. Num mundo em que a aceitação dê o tom poderão finalmente ser  mulheres sim, com muito gosto.
A luta, então, terá valido a pena, companheiras!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Hoje é o Dia Internacional das Mulheres


Mulheres 
(Pablo Neruda)

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.

Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.

Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversário ou um novo casamento.

Lembrei do poeta Pablo Neruda para homenagear a todas as mulheres do mundo e com destaque a todas aquelas que me causaram e me causam admiração. Por seus belos exemplos de coragem, determinação, persistência, perdão, comprometimento, amor, sacrifício, dedicação ou simplesmente carinho.

Abaixo, uma relação das grandes mulheres que conheço e admiro por alguma dessas características:

Maria de Nazaré - mãe de Jesus, Luiza Rocha, Lourdes Almeida, Maria das Graças, Helena Galvão, Ana Luísa e Beatriz Pedroza.

Neila, Meire e Daniela - irmãs.

Elisama, Maria José, Celene, Ideene e Dinda - cunhadas.

Catarina, Carol, Andressa, Júlia, Raquel, Mana e Roberta - sobrinhas.

Bernadete, Margarida, Perpétua, Fátima, Fátima Rocha, Raimunda, Alzira, Darci, Conceição, Graça, Julieta e Lurdes - tias.

Maridete, Maridans, Mari, Alcineiva, Carol, Alciânia, Poli, Maíra, Sandra, Érica, Joana, Suiane, Tânia Vale, Joana Lima, Conceição Lima e Cleide Fonseca - primas.

Dona Catarina, Irmã Grácia, Irmã Conceição, Irmã Auxiliadora, Irmã Joana - outras mães lá de Porto Walter.

Dona Zilza, De Jesus, Elilda, Dona Luíza, e a todas as minhas amigas do Orkut.

Miza, Benoíza, Madalena, Mairene, Adreane, Joelma, Jaqueline, Maria Francisca, Dona Zuleide, Júnia, Jecira, Darci, Socorro Braga, Ete Feitosa, Lindalva Martins, Cleide Fonseca, Marli Rodrigues, Fátima Pinheiro, Alexandrina, Maria José, Deolinda, Célia, Dona Janice, Marlene, Marnízia, Raimunda do Aurélio e Dona Madalena - grandes professoras.

E uma referência especial a Marina Silva, Perpétua Almeida, Dona Rosalva, Rosalina, Zilda Arns, Vanessa Graziotin, Doroty Stang, Eurídice Ferreira de Melo, Iolanda Lima, Iris Célia Cabanelas, Regina Maia, Naluh Gouveia, Maria da Penha, Isabel D'Eu, Irmã Dulce, Rosa Luxemburgo e Dona Lindaura Pinheiro.