Este é um blog de opinião. As postagens escritas ou selecionadas refletem exclusivamente a minha opinião, não sofrendo influência ou pressão de pessoas ou empresas onde trabalho ou venha a trabalhar.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Um passeio por Cruzeiro do Sul

O vídeo (no link abaixo) de 12:52 min do repórter cinematográfico e piloto Josenir Melo é um belo passeio pelo centro da cidade de Cruzeiro do Sul. 
Gravado em HD (que você pode ajustar) é um espetáculo que vale a pena. Valeu, Josenir, e só lembrando que ainda espero aquele passeio sobra a minha Porto Walter.



domingo, 26 de janeiro de 2014

As Diretas-Já e o crime da TV Globo

No dia 25 de janeiro de 1984, cerca de 300 mil pessoas superlotaram a Praça da Sé, no centro de São Paulo, para exigir eleições diretas para presidente da República. A surpreendente mobilização deu a arrancada para a histórica campanha das Diretas-Já... (continue lendo no Blog do MIRO)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Para quem tem saudades do seringal...


Um caçuá para leva-las pela vida afora...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

Pânico em Vila "Rodrigues Alves"

Após ver a notícia devo uma explicação: O recorte com a quase tragédia ocorrida no dia 1º de Dezembro de 1961 na ainda "Vila" Rodrigues Alves é parte do acervo do Jornal O Rebate, disponível em mídia na Hemeroteca Digital Brasileira (Basta clicar e começar a pesquisar).
Devo a descoberta ao Professor Marcelo Siqueira que é um dos seus grandes exploradores. 
Há alguns dias venho viajando na História e de Cruzeiro do Sul e por que não dizer do Acre do Brasil e do mundo, pois quando o assunto era "actualidade" os jornais de Cruzeiro do Sul iam além da volta do Remanso. Mesmo tão distante, as tragédias européias inquietavam os juruaenses. Tem cada uma...  
Admirado com a inteligência dos homens das letras cruzeirense, entre os quais destaco Fran Paxeco e João Mariano.
Aproveitando para conferir e atualizar as "verdades" sobre a nossa breve história.
Para os próximos dias, algumas descobertas, mas é interessante que a curiosidade te faça escolher um periódico, um tema (palavra chave) e se deliciar com Cruzeiro do Sul de 1904 para cá.

(Imagem: Jornal O Rebate ano XLI Nº 1.138 de 01 de Janeiro de 1962)

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Páginas da Minha História

Ontem, 29 de dezembro, saboreei a ultima página de Páginas da Minha História, do agora conhecido (como escritor) Edson do Vale Sidou.


O livro foi um dos meus presentes de Natal, ofertado pela minha esposa e gentilmente autografado pelo autor ali mesmo no balcão da Drogasid.

É a seleção dos melhores e mais heroicos momentos de sua vida e uma viagem à Cruzeiro do Sul dos últimos 62 anos “antes de tudo”.

A minha vontade era realizar a leitura em um único round, sem pausas, em menos de um dia, mas não foi possível. Tão logo iniciei a leitura, percebi estar diante de uma biografia diferente. “Páginas da Minha História” merecia um olhar mais profundo. E assim, desliguei os motores e desci na “bubuia”, sem pressa, em quatro dias.

A modéstia parece mesmo acometer os bons escritores, se um escritor apresenta sintomas de vaidade, se pavoneando das suas obras, desconfie da verdade expressa em suas linhas. Assim também, modestamente, o mais novo escritor do Juruá do alto dos seus 83 anos de vida afirma que não “ostenta certificados e que suas linhas são tortas”.

Não ostentar certificados para quem pretende escrever a verdade é uma vantagem, estamos cansados de ver intelectuais, diplomados até (sabe-se lá onde) empregarem suas letras a serviço do mal e da difamação, transformando pilantras em heróis, ladrões em benfeitores e... (melhor ficar por aqui). Mas e daí, Deus não escreve por linhas tortas? ora!

Tortas e expressivas..., assim, me vi adolescente transportado à Foz do Tarauacá admirando o por do sol, imaginado o que viveria a imaginar, boêmio em Cruzeiro do Sul, recém casado e vendo a casa encher-se de filhos, desafiando a Ditadura Militar, e vencendo... um a um os adversários gratuitos e as dificuldades do tempo, sem jamais perder a esperança, a ternura e a altivez.

A melhor aula sobre a História de Cruzeiro do Sul, principalmente no capítulo “Comunicações”. Edson Sidou e sua história de vida, nos oferece uma oportunidade de voltar ao passado sim, isso é latente em cada detalhe, minúcias, pormenores, (é possível sentir o cheiro da mesa da cozinha onde a funcionária da casa da infância em Eirunepé desossava os bois), sim, é uma aula de História, mas o que me causou maior admiração em sua narrativa foi o exemplo de vida, (que já assimilei para repassar aos meus filhos). Abstrai de sua narrativa que é possível vencer pela honestidade, pelo caráter, pela simplicidade e principalmente pela fé em Deus.

Finda a leitura, algumas certezas: “Páginas de minha história” é apenas um ponto de partida, o Juruá aos poucos vai se mostrando e certamente a maior delas, a de que a história de Cruzeiro do Sul(como toda história que valha a pena) é a história de seus moradores. Edson do Vale Sidou é um dos mais ilustres, não apenas pelo livro, mas pelo exemplo de cidadão e pai de família.

Sua narrativa é a um só tempo sublime e austera e quem sou eu para julgar os sentimentos que se desprendem dela? Eis alguns trechos:

“Nessa cozinha havia um grande fogão à lenha, um tambor de ferro de duzentos litros (depósito de água) encostado à parede ao lado do jirau de lavar louças”.
“(...) Era um homem vaidoso e arrogante. Durante a primeira entrevista, chegou a dizer que nem mesmo o tempo impediria a conclusão dessa rodovia pelo Batalhão do Exército(...)”.

“Em seguida, saiu dirigindo uma enorme “moto-script” seguido de muitos outros veículos pesados, desfilandpo pela ruas da cidade, como em uma grande parada, transmitindo a toda a população uma mensagem de força e poder”.

domingo, 29 de dezembro de 2013

50 anos do golpe militar. O que fazer?

Em 2014, o Brasil viverá a mais dolorosa efeméride de sua história: 50 anos do golpe de Estado.

O que está sendo preparado pelo governo, pelos partidos, pelas organizações civis e pela mídia para que o passado não seja esquecido?


A coincidência com ano eleitoral, Copa do Mundo, e prováveis protestos de rua, nos dá a chance de forçarmos o Brasil a fazer o que até hoje nunca fez: politizar o debate sobre o golpe de 64. Por que ele aconteceu? Quem se beneficiou? Quem são os herdeiros do golpe?... (Continue lendo AQUI)